mar 12

Aniversário da Bella (Menina do Céu)

Posted by Rebeca Ribeiro | Posted in Agenda | Posted on 12-03-2010

Menina do Ceu

SÁBADO | 13 DE MARÇO MENINA DO CÉU, RECANTO. | Pç. Duque de Caxias, 120 – Santa Tereza – Belo Horizonte – MG

INFO:(31) 9128-4049

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mar 12

Publi-editorial – Trio Balancê

Posted by Rebeca Ribeiro | Posted in Projeto | Posted on 12-03-2010

Trio Balancê

O entrosamento, animação e amizade de três jovens músicos naturais de Belo Horizonte (MG) e onde o trio foi criado, fez com que originasse um trabalho feito com muito carinho e dedicação.
Formado por Dudu (Triangulo e voz), Rafael (Acordeon e voz) e Chiquinho (Zabumba e voz), o Trio Balancê vem para balançar o público forrozeiro.
Os três integrantes, já desde pequenos apaixonados pela música, apesar da pouca idade já carregam uma experiência de mais de 10 anos no cenário musical e mais da metade se dedicando ao forró, vem com toda sua alegria, juventude e autenticidade trazer forró pé de serra de qualidade para todo Brasil. Apresenta um repertório inovado incluindo composições próprias e interpretações de músicas marcantes no cenário musical.
Os três integrantes já com quase 10 anos de música, ainda vem se preparando acada dia para sempre surpreender seu público.
O “Trio Balancê” é uma banda de forró que se inspira em ícones da musica nordestina, trazendo uma nova proposta, adaptando canções de sucesso junto com suas próprias composições.
Como histórico positivo e portifólio temos a festa junina da Aeronáutica que teve o Trio Balancê como atração (atração principal) nos anos de 2008 e 2009, dentre outras grandes festas. O Trio Balancê já se apresentou em casas renomadas em BH como Utópica, Lapamultshow, Trevo, Fundo do Baú, dentre outras;além de todos os estados do sudeste brasileiro e Brasília. O Balancê é o vencedor do 9º Festival Nacional de Forró de Itaúnas (9ºFENFIT), o prêmio mais cobiçado do meio.

Este texto é da modalidade “publi-editorial” enviado pelo
responsável pelo projeto/banda. Ele não reflete, necessariamente,
a opinião do Portal Pé de Serra e de seus autores.
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mar 09

Forró de Cabo a Rabo temporariamente suspenso

Posted by Rebeca Ribeiro | Posted in Informação, Projeto | Posted on 09-03-2010

Olá, Pessoal! Estou passando aqui para informar a vocês que o Forró de Cabo a Rabo, nosso parceiro, está temporariamente suspenso. Esperamos que em breve ele retorne!

Agradecemos ao DJ Leandrinho, Nonô e a toda a organização do Projeto pelo apoio que nos deram e desejamos muita sorte nos seus novos projetos!

Forró de cabo a rabo

Fiquem atentos! Postaremos qualquer novidade aqui.

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mar 08

Resenha: Forró das Seis Pistas

Posted by Cláudio Morávia | Posted in Resenha | Posted on 08-03-2010

Salve, galera! Novamente, eu, Cláudio Morávia um uma nova resenha para o nosso Portal Pé de Serra. Desta vez, venho falar do Forró das Seis Pistas, apelidado por todos como Forró do Trevo, uma vez que é realizado no Trevo de Nova Lima, próximo a Faculdade Milton Campos e de frente para o Clube do Chalezinho. Não acho que alguém terá dificuldades em encontrar o local. Para facilitar a escrita, irei me referir ao projeto como “Forró do Trevo” ou apenas “Trevo”.

Como sempre, explicito que todas as informações contidas aqui constituem apenas a opinião de seu redator. Ao contrário dos últimos projetos resenhados o forte do Forró do Trevo não é a localização. Para alguns, deslocar-se até o Trevo não é problema, mesmo porque a via de acesso é rápida, para outros existe certa preguiçinha em função da distância. Como dito, a via de acesso é rápida, pelo Av. Senhora do Carmo ou pela Raja Gabáglia, sendo que dá pra emendar programas na volta do forró ali pela região da Savassi, como eu mesmo costumo fazer. Não vejo muitas opções de transporte público, a não ser que você não se incomode em andar os 400 metros que separam o Trevo do BH Shopping. Para você que dirige, fique tranqüilo: na Avenida do Biocor sobram vagas e, para o bem ou para o mal, sobram flanelinhas.

Realizado às sextas-feiras, o Trevo é um forró que pode ser categorizado como Tradicional, fruto do trabalho consistente de sua equipe, do DJ de peso, e da competência de seus promotores. Falando em promotores, quem não conhece o Gelatina, figura quase folclórica do Forró em BH, mesmo que de vista, ainda não pode dizer-se forrozeiro.

O ponto onde é realizado também contribui para o sucesso do projeto. O Tropical (local onde é realizado o forró, ou pelo menos é o nome que consta na placa) já sediou outros projetos de forró, mas não sei dizer se os responsáveis são os mesmos do forró do Trevo de hoje. Antigamente realizado as quintas-feiras, o forró do trevo (o nome já é herança dada pela localização) foi absoluto no dia, até entrar em decadência e surgir o também recém-extinto Forró do Girassol.

Bem, deixando a história dos projetos de Forró em BH, que por si só é material para outra resenha, vamos descrever o digníssimo Forró do Trevo! O espaço físico do Trevo é certamente o melhor em atividade para eventos dançantes. Com dois “palquinhos” nas extremidades, um espaço pequeno com sofázinhos, uma AMPLA pista de dança, prateleiras suspensas improvisadas como assentos, um balcão de bar que cobre a pista de dança de fora-a-fora, banheiros equipados e adequados a demanda. Conseguiram imaginar? Dá pra resumir o espaço em “sem reclamações!”. A decoração é feita com mosaico de espelhos no teto e ambiente a meia-luz, outros detalhes coadjuvantes também estão presentes e dão um look de danceteria anos 90 ao lugar (provavelmente o local foi exatamente isso). Algumas vezes escuto falar que o piso do Trevo é escorregadio no inicio da noite, provavelmente porquê está bem limpo. No entanto, o piso de lá, de tacos de madeira, me agrada muito justamente por deslizar bem. (como Rebeca já perguntou, existem tacos de outro material? Durma com esse barulho!!!)

No entanto, acho que a ventilação do Trevo deficitária. Os ventiladores espalhados pelo salão mal são notados, e por ser uma casa toda fechada, o ar “viciado” incomoda muito nos dias de casa lotada. Fica a dica de ar condicionado, que cai como uma luva na estrutura do estabelecimento. O lugar não possui mesas, mas no caso do Trevo, isso não faz falta alguma, os assentos improvisados são suficientes.

A música é ponto forte, o DJ residente é o Fred Boi, também conhecido pelo público forrozeiro. Toca bem no estilo universitário, passando de leve também pelo pé-de-serra. Alguns reclamam que de tanto escutarem esse DJ ele já se tornou previsível, mas acredito que não se pode reclamar da discotecagem que, por ser boa, você já se cansou de escutar. Na prática, asseguro que é uma discotecagem de ponta.

O público é bastante dançante e bem variado, sempre se encontra as figuras carimbadas da casa. Enxergo também que, por ser um projeto tradicional, bem divulgado e numa localização propícia, o Trevo segura um público itinerante forte, ou seja, um público não muito forrozeiro que diante de uma sexta-feira desocupada não pensa duas vezes pra ir dançar por lá! Mais um certificado da seriedade e consistência do projeto. Vez por outra são realizados show, sempre com bandas já conhecidas. Vale a pena conferir, caso você não se incomode com a casa lotada!

Um ponto que me irrita sempre que vou ao Trevo é a fila que se deixa formar na entrada, em dias de pico, chega-se a esperar 20 – 30 minutos para entrar, visto que o processo de entrada lá é simples e é notoriamente possível uma entrada mais ágil, que pode também não ser o interesse da casa – (^^). Como eu não curto fila, chego mais cedo ou mais tarde e evito essa frustração. Em contrapartida, a amplitude do balcão do bar, e o bom número de atendentes deixa o processo de pegar bebidas bastante ágil. Neste ponto: PABABÉNS, FORRÓ DO TREVO!

Concluindo, o projeto em questão oferece todos os pontos chave para se fazer um forró de qualidade: espaço físico, discotecagem excelente e localização razoável. Vale a pena comentar que não enxergo o atendimento dos funcionários do Trevo como muito amistoso, mas sempre muito profissional. Nesse ponto não existe elogio nem queixa. Destaca-se a seriedade e comprometimento dos organizadores. Resumo essa resenha numa palavra: RECOMENDO.

PONTO FORTE: projeto consistente, espaço físico exemplar, bem divulgado.

PONTO FRACO: ventilação.

DICA (para os mais fanáticos): a logo do Forró do Trevo é sensacional, e por pressão dos entusiastas o Gelatina fez um adesivo com ela. Peça um e cole no carro, desta forma serás identificado como forrozeiro em BH.

VISITA:26/02/2010

Obrigado pessoal, espero que tenham gostado.

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mar 03

Resenha: Forró do Arcadium

Posted by Cláudio Morávia | Posted in Resenha | Posted on 03-03-2010

Fala moçada do blog! Eu, Cláudio Morávia, estou novamente com uma resenha fresquinha, desta vez sobre o Forró do Arcadium, realizado no Arcadium Bar, situado na Rua Santa Rita Durão, 645, logo ali, próximo a Sorveteria São Domingos, entre Getulio Vargas e Rio Grande do Norte.

Reafirmo que toda a resenha deve ser lida tendo em vista que constitui apenas a descrição e opinião de seu redator. Comecemos pelo ponto forte do Forró do Arcadium: localização! A região da Savassi viabiliza fácil acesso a quem utiliza o transporte público e, para quem dirige, vale a informar que o local conta com várias vagas próximas ao estabelecimento e que, por ser movimentado é relativamente seguro transitar por ali na chegada ou saída do projeto.

Realizado na quinta-feira, a localização central também facilita que os forrozeiros de plantão emendem ali após outros programas, coisa permitida também pelos horários da casa, que começou a esvaziar só pelas 2:50 am.

A casa, infelizmente, possui um espaço físico inadequado para um projeto dançante. Calma!!! Vou me explicar. O bar possui dois ambientes acústicos, mas para uma melhor distinção descreverei que ela conta com quatro ambientes, infelizmente pouco espaçosos. Certamente o bar foi feito onde antes era uma residência. Para não ficar abstrato, descreverei cada ambiente.

1)      Sala Central: logo que se adentra a casa, você se vê em uma sala de dois ambientes, separados por um pequeno muro vazado. Ali existe um bar e a mesa do DJ. O piso é de cimento revestido, mas bem áspero, com algumas pedrinhas incrustadas e vários desníveis. O balcão do bar fica em uma extremidade, o que não causa problemas, mas murinho vazado que divide as salas ao meio, as mesas e cadeiras nas extremidades e a mesa do DJ limitam o espaço já restrito da pequena sala para dançar. Ali é o coração do bar e, portanto muita gente fica por ali em pé o que constitui uma restrição a mais.

2)      Temakeria/Creperia: um ponto forte da casa é o ambiente, a esquerda da Sala Central, onde fica o balcão do Mini-restaurante. Ali o ambiente é mais tranqüilo, há algumas cadeiras altas no balcão e quem está querendo um pouco de distância da muvuca, fica por ali. Vi poucos casais dançando ali, parece que o clima deste ambiente é mais light mesmo, o piso é igual ao da Sala Central.

3)      Deck: seguindo em frente passa-se em frente aos banheiros (bem conservados, limpos, e com material de higiene, parabéns para o Arcadium!) e logo em frente, desce-se um pequeno lance de degraus e você se encontra em um Deck com várias cadeiras altas e balcões nas paredes. Piso de cimento revestido liso, bom piso. Para quem quer descansar, beber, enfim, ficar um pouco distante da muvuca, o Deck é o melhor lugar para montar base. No entanto, esse ambiente é bem pequeno para dançar e fica na passagem da sala central para o Ambiente do Palquinho.

4)      Palquinho: seguindo o deck encontra-se mais um lance de degraus que levam a um corredor com mais um bar e a uma saleta retangular, onde a frente está um palco. O piso é o mesmo do ambiente anterior, bom para dançar, no entanto, a sala é pequena (não excede 12×4m². Sim! É estreita.) e EXTREMAMENTE mal ventilada.

Obs.: O primeiro ambiente acústico compreende os “cômodos” 1, 2 e 3. O segundo, portanto, compreende o 4.

Vamos pegar o gancho da ventilação. Por ser um ambiente fechado e pequeno, com isolamento acústico, já fica complicado. Nos ambientes 1 e 4 a situação é critica devida a aglomeração do público, nos ambientes 2 e 3 é bem mais fresco. A casa conta com ventiladores e, peço perdão aos leitores, não atentei à presença de ar-condicionado.

Bom, dadas as referencias de espaço físico, minha opinião final é de que este complica um projeto dançante no local. Em contrapartida opções de alimentação são ótimas e o cardápio do bar é bem variado (long necks, tequila, drinks, etc.), aos pinguços de plantão, o Arcadium Bar oferece algo que pouco ou nenhum projeto oferece: cerva 600ml. Como referências temos o refri e água a R$2,50, Stella Artois (long) a R$4,50 e Original (600ml) a R$4,90. Como visto, são preços bastante razoáveis. A decoração é de um discreto rock bar, meio rústico/simples, meio rock, não desagrada ao mesmo tempo em que não é destaque.

No entanto, minhas críticas sobre a casa são veementes. O estabelecimento adota o sistema de cartela e realiza um cadastro na chegada. Eu não cheguei tarde ao local (por volta de 11:20pm) e, notoriamente o estabelecimento não estava próximo da lotação. Mesmo assim permaneci na fila bem uns 40 minutos. Tanto a fila masculina como a feminina estavam lentas. Ao passar pelo cadastro atribui grande parte da demora a esse processo, que de longe, poderia ser mais eficiente como é o do Observatório (merece ser citado neste ponto), onde apesar de segurar um pouco a entrada, o cadastro é ágil. Infelizmente na saída, tive a mesma frustração, realiza-se o pagamento da cartela no mesmo guichê do cadastro. O processo agora era outro, mas também demorei bastante, apesar de dois guichê, do horário avançado e cerca de 15 pessoas na minha frente. As opções de pagamento são normais, aceitam cartão de débito, para cartões de crédito acredito que devam consultar. No entanto, fui bem tratado por todos os funcionários, 100% do tempo.

A música é boa. Na Sala Central o DJ faz seu papel, mostrando o repertório convencional que agrada a todos. Senti que ele seguia uma ordem de músicas sem muito critério, mesclando meio caoticamente as rápidas, lentas, xotes, instrumentais, as mais Pé-de-serra e as mais moderninhas. Busquei uma segunda opinião sobre isso e encontrei um posicionamento análogo, mas esse detalhe só interessa aos mais críticos. Outro ponto forte do projeto é ter uma banda residente, que toca no ambiente do Palquinho (ver Ambientes Acústicos, descritos acima). A banda Arco e Flecha fica por conta do som ao vivo, e tocando um repertório variado também faz seu papel. Convido aos leitores a fazer comentários sobre a banda, pois não escutei o suficiente para formar uma opinião.

O público que vi no projeto não é dos mais dançantes, contava com uma ou outra figura carimbada dos forrós. Todavia todos meus convites para dançar foram bem aceitos, o público, forrozeiro e não-forrozeiro, mais dançante ou menos dançante, era animado.

Em suma, o Forro do Arcadium é um projeto de características atípicas em geral. Mesmo com diferenças gritantes para com os demais projetos que estão funcionando a casa tem segurado público por bastante tempo, o que indica que, embora o projeto tenha me desagradado em alguns pontos determinantes, agrada a muitos outros. Resta saber se, você leitor, se identifica com o projeto. Minha opinião resume-se na conclusão de que o Arcadium enquanto forró é um excelente Rock Bar.

PONTO FORTE: localização, banheiros exemplares, temakeria/creperia.

PONTO FRACO: demora na entrada e saída, ambiente físico inadequado para dança.

NUANCE: dança-se pouco e o público é um pouco diferente do público tradicional de forró.

Visitado em 25/02/2010

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