mar 30

Banda FOLEFURADO

Posted by Portal Pé de Serra | Posted in Geral | Posted on 30-03-2004

A banda FOLEFURADO, há quase um ano faz parte do movimento FORRÓ UNIVERSITÁRIO, valorizando e resgatando, através dos ritmos do forró, parte da cultura musical nordestina.

Início e Trajetória da Banda

A banda de Campinas surgiu em outubro de 2000, tendo como base musical o autêntico Forró Pé de Serra. Procurando levar ao público, alegria e emoção, enfatiza que o forró não é moda e sim, música raiz brasileira. A FOLEFURADO é banda da casa da Cooperativa Brasil (Campinas), hoje conhecida como uma das melhores casas de forró do País. Também tem se apresentado em outras casas culturais e festas por Campinas e região, incluindo também a capital paulista.

Como surgiu o nome da Banda

O nome da banda surgiu por idéia de Andréia, vocalista da banda, na intenção de homenagear um dos maiores compositores de forró: Cecéu, relembrando uma de suas clássicas composições, Forró número 1, música esta que foi gravada e interpretada por grandes nomes do forró, como o próprio Rei Luiz Gonzaga.

Repertório e Estilo Musical da Banda

A FOLEFURADO possui músicas próprias, em diferentes estilos tendo como proposta valorizar não somente os ritmos mais conhecidos, como o xote, o baião e o arrasta-pé (quadrilha), mas também o côco (estilo difundido por Jackson do Pandeiro), a embolada e, até mesmo, músicas da MPB, em ritmo de forró. A banda sempre tem um cuidado especial na escolha de repertório interpretado por ela, fundamentada nos clássicos como os de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos, Antônio Barros, Cecéu, Trio Nordestino e Sivuca. Também reverencia contemporâneos do forró como Alceu Valença, Zé Ramalho e Geraldo Azevedo.

Integrantes e Instrumentos:
ANDRÉIA PRETA – Andréia Santos (vocal, efeitos)
Orgulhosa por ser filha de nordestino, desde criança sempre foi apaixonada por música onde Forró já fazia parte de sua vida.
Administradora de empresas, 28 anos, sempre muito dividida entre a vida musical e sua formação profissional, chegou a receber alguns convites para cantar com músicos experientes, inclusive de Forró, mas optou por fazer parte de uma banda que estava em formação e que vem crescendo com estilo próprio. Hoje cuida de sua voz, se preocupando tecnicamente com seu instrumento principal. Andréia além de intérprete e compositora da banda é freqüentadora assídua de forrós.
FÁBIO CRUZ – FÁBIO CRUZ (vocal e triângulo e efeitos)
Fabinho, 20 anos, além de vocalista e triangulista da banda é um dos compositores. Iniciou sua experiência na música através da capoeira e do samba. Participou de corais como o Coral de Campinas – COCA, e de grupo de samba. Ao integrar a FOLEFURADO passou a aprofundar seus estudos em técnica vocal. Fabio é forrozeiro de carteirinha há anos.

CARUSO – João Caruso (contra-baixo)
O contra-baixista Caruso, comerciante, 45 anos, nunca teve instrução musical sendo autodidata. Sua experiência como músico vem desde os anos 60 com bandas de MPB, samba, rock, pop nacional e internacional, axé, sertanejo e agora, o forró.

ZÉ LIMA – José de Souza Lima (sanfona e vocal)
Cearense, 37 anos, nasceu em Tauá, nas proximidades de Sobral.
Zé Lima, como é conhecido no meio artístico, desde muito cedo teve sua vida entrelaçada à música. Começou a tocar triângulo aos 6 anos, zabumba aos 8 e sanfona aos 10. Também estudou pandeiro, bateria, violão e teclado. Após 10 anos vividos em Belém, Zé Lima veio para Campinas, em 1990, onde passou a tocar profissionalmente. Dentre outros trabalhos destacaram- se a banda “Dance e Balance”, em conjunto com outros quatro irmãos, de 92 à 96; e o trabalho realizado com Nilo Sanches, de 98 à 2000. Recentemente Zé Lima passou a integrar a banda, trazendo com sua sanfona um tempero nordestino à FOLEFURADO.

MARTINHA – Marta Jardim (zabumba, pandeiro, alfaia e djembê)
Acabou dando certo a insistência para que amigos percussionistas a ensinassem o manejo da zabumba, instrumento que sempre a fascinou. Martinha, 30 anos, professora de Ed. Física e instrutora de Capoeira teve seu envolvimento com a música sempre através da percussão, universo que vem explorando desde pequena com a capoeira. Há 4 anos vem pesquisando a linguagem dos djembês (tambor étnico africano), através do grupo Zawuli e recentemente, da alfaia, integrando o Grupo Nação Tainã, de Maracatu. Martinha, forrozeira convicta, é uma das compositoras da banda.

Contato: Caruso
Tel.: (0xx19) 3273-1205 / 9135-8312
E-mail: folefurado@yahoo.com.br

mar 30

Banda Chama Chuva

Posted by Portal Pé de Serra | Posted in Geral | Posted on 30-03-2004

A banda Chama Chuva, em grande evidência no gênero musical de forró, tem superado todas as expectativas, resultando sempre em “casa cheia”e alta vendagem de seu CD – contrariando todas as normas – gravado de forma independente.

O Chama Chuva já possui quatro músicas de trabalho veiculadas nos meios de comunicação, já sendo consideradas grandes sucessos:

- Samarina
- Forró de Itaúnas
- Cativeiro Coração
- O Bicho que Mata o Homem

Destacando-se no cenário nacional essa banda está em 17º lugar no Crowley Broadcast Analisis do Brasil e entre as músicas mais tocadas da revista Sucesso, que resume a audiência nacional.

HiSTÓRICO E FORMAÇÃO DA BANDA

Nascidos na cidade de Itaúnas, considerada o berço do forró, o CHAMA CHUVA teve seu início há dois anos como brincadeira para alegrar festas de vizinhos e amigos de infância, mas acabou tornando-se conhecida e recebendo diversos convites para tocar em outras cidades e estados.

Além de engraçado, é curioso o nome desta banda, pois CHAMA CHUVA, não surgiu por acaso. Tudo começou em Itaúnas com o show de estréia. Choveu. Todos os shows que se seguiram tiveram a mesma característica: a chuva caía justamente no início das apresentações. Até o dia que, em outro de seus shows numa casa de Itaúnas, choveu mais uma vez. A comunidade local, por brincadeira, passou a chamá-los de “os chama-chuva”. Como até o presente momento eles não tinham um nome definido para a banda, decidiram-se chamar-se CHAMA CHUVA e, por mais incrível que isso possa parecer, toda vez que tocam em Itaúnas, o fato volta a acontecer…

Buscando a origem do “forró pé-de-serra”, a banda conseguiu emplacar seus hits que despertaram a modernização da dança, aperfeiçoando os passos, tornando-os diferentes e variados, com um balanço mais gostoso e animado, onde até quem não é forrozeiro quer entrar na dança.

mar 28

Para começar no Forró

Posted by Portal Pé de Serra | Posted in Dicas | Posted on 28-03-2004

A maior barreira enfrentada pelos iniciantes é a timidez, o medo de “pagar um mico”, o de errar e ser motivo de risos. Se você é uma dessas pessoas aqui vão algumas dicas bem úteis.

Cuidado na hora de fazer passos mais agitados com o salão cheio, você pode acertar alguém.

Em primeiro lugar a vergonha tem que ser vencida e o primeiro passo, é claro, é arrumar um parceiro (a) para dançar. Nesse ponto o ideal é esperar o intervalo de uma música para outra. Se tiver coragem, chegue em duas meninas dançando e chame uma delas para dançar.

mar 28

Fã Clube Nosso Xote – Bicho de Pé

Posted by Portal Pé de Serra | Posted in Geral | Posted on 28-03-2004

Bicho de Pé

Fã Clube Nosso Xote

nossoxote@uol.com.br
Telefone : (11) 3699-6443
Presidente: Juliana e Mariana Curione

fev 28

Curiosidades sobre o Forró

Posted by Portal Pé de Serra | Posted in Curiosidade | Posted on 28-02-2004

Asa Branca

Ave da família das pombas vive em bandos principalmente no nordeste. A tradição popular Transformou a ave num símbolo do sertão. A presença da Asa Branca é sinal de bom agouro de estação de chuvas. Quando os bandos somem os sertanejos se preparam para novo período de estiagem.

Baião

Nascido provavelmente de uma forma especial de os
violeiros tocarem lundus na zona rural do nordeste
(onde recebia o nome de baiano), esse ritmo foi transformado
em gênero musical a partir de meados da década de 40.
Como resultado do trabalho de estilização feito por Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira.

Xote

Dança de salão de origem alemã, chegou ao Brasil em 1851. Rapidamente popularizada,
espalhou-se por todo o Brasil, especialmente nas zonas rurais.

Xaxado

Ritmo e dança originado no alto sertão pernambucano.
O nome xaxado, é uma onomatopéia, baseada no som que as alpercatas dos sertanejos faziam ao serem arrastadas durante os passos de dança. Levado pelos pés de cangaceiros, o xaxado imigrou desde Pernambuco até o interior da Bahia.

Forró

Em seus primórdios, tratava-se de uma festa familiar dançante do sertão nordestino. A palavra é uma forma reduzida de “forrobodó” que no nordeste, quer dizer confusão, agitação e rebuliço.

Fole

A parte central do acordeom, onde se produz o som do instrumento. Também significa acordeom de pequenas dimensões.

Baixos

Dobras de um fole de acordeom. As sanfonas, ou acordeões, são classificados pelo número de baixos.

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